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Classificação de Imóveis
Rota dos Cruzeiros
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PELOURINHO DE ANGEJA

Denominação: Pelourinho de Angeja
Localização: Praça da República / Angeja / Albergaria-a-Velha
Tipologia: Arquitectura / Pelourinho
Situação Actual: Classificado
Categoria de Protecção: IIP – Imóvel de Interesse Público
Decreto: 23122, DG 231 de 11-10-1933


“É uma construção, ou reconstrução, do início do século XX, mais precisamente de 1902”. Em data incerta o pelourinho original foi demolido, pelo que não se sabe se estão incluídos elementos do pelourinho primitivo.
O imóvel que se encontra em Angeja está integrado nos denominados pelourinhos de bloco, elevando-se sobre dois degraus. Com uma plataforma paralelepipédica, na base da coluna exibe-se a data de 1902 e, num dos outros lados, a data de 1514, sendo esta última a data da entrega da Carta de Foral. O fuste cilíndrico apresenta capitel em anel, o remate é formado por um bloco quadrangular com friso nas extremidades e decorado nas faces com as armas nacionais e a esfera armilar encimada pela cruz de Cristo.

 

PELOURINHO DE FROSSOS

Denominação
: PELOURINHO DE FROSSOS
Localização: Largo do Pelourinho
Decreto nº: 23 122, de 11-10-1933

Os Pelourinhos são símbolo da autonomia administrativa concelhia, dos direitos e deveres das povoações, são marcos representativos da história local e da tradição política portuguesa definida nas cartas de Foral.

Este Pelourinho remonta ao século XVI e o material usado é o calcário. A base é composta por três degraus de forma quadrada. A coluna é igualmente quadrangular. No capitel estão inscritas as armas reais e um ferro com cruzeta que se usava nos sentenciados.

Frossos foi sede de concelho e pertenceu à Comarca de Esgueira (pertencente ao actual concelho de Aveiro) criada no século XVI.

Pelourinho de Frossos


QUINTA DAS RELVAS

Denominação: QUINTA DAS RELVAS
Localização: Calçada das Relvas - Branca
Decreto nº :

Imóvel de Interesse Municipal – o Imóvel Casa e Quinta das Relvas na Freguesia da Branca  é o primeiro Classificado como Imóvel de Interesse Municipal. Situado perto da Igreja Matriz de S. Vicente, este conjunto é do século XVIII e a sua história está intrinsecamente ligada à História da Freguesia da Branca. Aqui, realçamos a frontaria granítica, a casa de habitação e o fontanário situado nas traseiras da casa é o elemento mais importante do conjunto.

 

Quinta das Relvas

 

Quinta das Relvas

 

Quinta das Relvas

 

Quinta das Relvas

 

Quinta das Relvas

 


QUINTA DA VILA FRANCELINA

Denominação
: Vila Francelina
Localização: Frossos, Albergaria-a-Velha
Classificação: Imóvel de Interesse Municipal

A Quinta da Vila Francelina localiza-se na planície e margens do rio Vouga, acerca de 1km de distância da freguesia de Frossos e é a freguesia mais pequena do concelho de Albergaria-a-Velha. A Quinta da Vila Francelina é uma das mais antigas Quintas da freguesia de Frossos e está inserida numa paisagem de características rurais e de aves migratórias designada por “Pateira de Frossos” nas margens do rio Vouga.


Na Quinta da Vila Francelina estão incluídas várias estruturas de valor histórico e artístico, no entanto, o elemento de maior relevo é sem dúvida a casa principal – VILA FRANCELINA.
A casa é apalaçada e de expressiva volumetria. Não se tendo, ainda, apurado a data exacta da construção do imóvel apontamos o período entre 1897-1912. Quanto à autoria do projecto a semelhança, proximidade artística e arquitectónica à obra do Arquitecto Ernesto Korrodi são imensas. Por outro lado, em Leiria, Joaquim Nunes Sequeira (1878-1918, natural de Frossos, Albergaria-a-Velha), industrial de panificação fez fortuna, mandou construir alguns edifícios a Korrodi que hoje são património classificado.
A casa da Vila Francelina tem como fundamento principal os elementos Arte Nova e Art Déco evidentes na construção e decoração. O imóvel de arquitectura civil é composto por três pisos numa volumetria homogénea com simetria de janelas e frontão. A fachada principal da casa é guarnecida com azulejos pintados com desenhos característicos Arte Nova e as janelas envolvidas em pedra calcária. Salienta-se o conjunto de porta e duas janelas, (janela serliana) a primeira envolvida em duas colunas compostas por capitel com motivos florais e todo o conjunto é arrematado por elementos decorativos desta corrente artística. A sustentar a janela da vigia da fachada principal estão dois cachorros cujos elementos decorativos são predominantemente de ordem vegetal. Também de destacar o uso de cunhais na base da construção não apenas como elemento decorativo.
Outro elemento principal na fachada é a centralidade de barra de azulejos Arte Nova a evidenciar o conjunto arquitectónico e do lado direito o nome da Casa “ VILA FRANCELINA”.
A entrada ampla é enriquecida pela escadaria em calcário em bom estado de conservação ladeada por grades de ferro ao estilo Arte Nova, onde se destacam os florões no portão que lhe dá acesso.
No interior do edifício evidenciam-se os frescos existentes em todas as divisões. Os principais encontram-se no átrio da casa e sala de jantar apresentando motivos de caça, pesca, motivos locais (Murtosa) e paisagens da cidade de Leiria, nomeadamente o Castelo, e, cujas cercaduras evidenciam motivos florais. A escadaria do interior da casa é em madeira de transição de estilo. O chão do imóvel é em madeira e existe uma assoalhada cujo mesmo é pintado a cores preto e vermelho de forma geométrica. O rés-do-chão, naturalmente, é revestido a azulejo
contemporâneo da construção do imóvel, sendo o do átrio representativo de alguma simbologia.

 
 

 



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